Vivemos na era da Ciência e da Tecnologia. Todos os dias surgem novas descobertas. Precisamos estar preparados para viver num mundo complexo e de rápidas mudanças científicas e tecnológicas. Temos de adquirir a capacidade de entender a ciência e de desenvolver formas de pensar que nos permitam adaptar à contínua evolução do Mundo. É a ciência que nos permite adquirir os conhecimentos que nos ajudarão a resolver os problemas da vida real.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Número 7: Cortar ou Não?
terça-feira, 19 de abril de 2011
A Arte de compor Poliedros
"O estudo dos poliedros é uma das áreas especiais da Matemática, que permite o amador e o experiente trabalharem em nível de qualidade." Tom O. Gueltys
SUGESTÃO DE TRABALHO:
Sugestão de alguns modelos:
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Final da Maratona de Matemática - 2009

Finalizamos a Maratona de Matemática! Veja a PONTUAÇÃO DAS EQUIPES:
Carpie Dien/Laranja = 8,5
Anônimos/Preta = 7,5
Só dá Nerd/Vermelha = 5,5
Ai meu Deus!/Amarela = 5
Os Galáticos/Rosa = 5
Papai fugiu?/Verde = 4,5
Logan/Lilás = 3
Los Hermanos/Azul = 2
Sem Futuro/Bege = 2
Xurupita/Branca = 1,5
Portanto, a equipe Carpie Dien, cor Laranja, composta pelos alunos Cecília, Sílvia e Felipe, foi a vencedora!
Estão todos de parabéns, principalmente pelo desempenho e comportamento durante a realização da Maratona. Continuem estudando mais para os próximos desafios!
Geise Chaves: “Muito boa, pois fez com que estudássemos mais para podermos nos sair bem nas pontuações.”
Cecília: “Tudo maravilhoso.”
Rayanne: “Eu achei mara! Tudo de bom.
Accioli: “Muito BOM! Unindo o útil ao agradável, um jogo divertido, onde você aprende e ganha pontos brincando.”
Meg Guedes: “Achei muito boa! Assim aprendemos brincando, e ganhando pontos, é claro!”
Victor Mcklaus: “Achei muito boa! Assim aprendemos brincando, e ganhando pontos, é claro!”
Tarcila Gabriela: “Achei muito boa! Assim aprendemos brincando, e ganhando pontos, é claro!”
Willian Haraí: “A atividade serviu de bastante aprendizagem, com esse método foi possível esclarecer melhor o assunto com ajuda dos colegas, pena que não estudei o bastante para alcançar o nível pedido (não estudei nada!) mas deu para tirar uma boa nota (da próxima estudo mais).”
Bruna Leão: “Foi muito bom, pois assim conseguimos aprender de uma forma muito diferente com a qual estamos acostumados e isso faz com que nossos estímulos pelos estudos fossem novamente ativados e buscássemos o interesse pelo estudo e passássemos a observar uma nova forma de aprender, uma forma mais legal e divertida e conseguirmos nos preparar para um futuro próximo bem melhor.”
Luam Cabral: “Eu gostei muito da maratona. Pois aprendemos a se interessar muito mais sobre o assunto e sobre a matéria de matemática. Com a maratona aprendemos mais pelo fato do interesse crescer. A maratona é um ótimo método de estudo. Pois tira os mesmos métodos de aula, modificando o nosso dia-a-dia, juntando a aprendizagem com o espírito competitivo, tornando alegre e distraída a classe. E o mais importante de tudo aprendemos, e nos preparamos para nosso futuro de maneira legal.”
domingo, 30 de agosto de 2009
II Maratona de Matemática

Segundo Delannoy (1997), há certas pessoas que tem prazer em aprender por aprender, gostam de dominar dificuldades, superar obstáculos e pouco lhes importa o resultado, somente lhes interessa o processo. Com alunos desse tipo, o professor pode limitar-se a propor desafios intelectuais e problemas, sem insistir demais nos aspectos utilitários.
A maioria das pessoas interessa-se, em alguns momentos, pelo jogo da aprendizagem, se lhes oferecessem situações abertas, estimulantes, interessantes. Há maneiras mais lúdicas do que outras de propor a mesma tarefa cognitiva. Não é necessário que o trabalho pareça uma via crucis; pode-se aprender rindo, brincando, tendo prazer.
Portanto, ensinar é “reforçar a decisão de aprender” e também “estimular o desejo de saber” e cabe ao professor fazer com que se construa ou se consolide essa representação, utilizando novas metodologias e recursos de ensino-aprendizagem (Perrenoud, 2000).
E é por isso que, diante da falta de motivação e das diferentes formas de aprender dos alunos do 1º. ano do Ensino Médio da Escola Guedes Educandário, é que pretendo desenvolver, como professora dessa turma, a Maratona de Matemática, como recurso estratégico para a aprendizagem dos conteúdos e envolvimento na disciplina. O evento acontecerá no dia 02/09/2009, no turno matutino, onde serão apresentadas aos alunos situações-problema envolvendo os seguintes conteúdos: Trigonometria no Triângulo Retângulo (Semelhança de Triângulos, Teorema de Pitágoras, Outras Relações Métricas e Razões Trigonométricas) e Unidades de Medidas de Arcos e Ângulos (Arco da Circunferência, Ângulo Central, Comprimento da Circunferência, Medidas de Arcos e ângulos, Conversão entre Unidades de Graus e Radianos).
Leia aqui o Regulamento, a Ficha de Inscrição das Equipes e a Ficha de Avaliação.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Aprendizagem de Matemática em Ambiente Computacional
No dia 23/05/2009 foi iniciado o projeto de pesquisa PERSAC, pelo Grupo de Pesquisa em Ensino e Aprendizagem da Matemática (GPEMAC) da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), onde alguns professores da rede pública estadual foram selecionados, inclusive eu. Iniciamos as atividades da 1ª. etapa dividida em quatro sessões com aprendizagem do software livre Scilab. Este foi criado por um grupo de pesquisadores franceses do INRIA e do ENPC. Com ele é possível realizar operações com números reais e complexos e permite trabalhar com polinômios e sistemas lineares. O software possui diversas funções com manipulação de vetores e matrizes, além de ser um ambiente para gerar gráficos em 2D e 3D.
Após o recesso das aulas nas escolas públicas estaduais, foi iniciada a 2ª. etapa com extensão às escolas onde os professores participantes do projeto trabalhavam. No dia 28/08/09 começamos a aplicar as atividades no Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães (C.E.L.E.M.), onde escolhi a turma do 3º. ano do Ensino Médio, turma 1, do turno vespertino, com 30 alunos que aderiram ao projeto.
O Laboratório de Informática do C.E.L.E.M. possui recentemente 10 computadores funcionando, então distribuí 3 alunos para cada computador e escolhi o conteúdo de Matrizes para aplicar as atividades. Os alunos demonstraram prazer em utilizar uma ferramenta nova para o aprendizado da Matemática e aprenderam com facilidade a utilizar os comandos do programa e superar algumas dificuldades com o uso da nova tecnologia. Hérica, que é aluna/bolsista do GPEMAC/UESC, aplicou as atividades e a professora Flaviana (da UESC) e eu acompanhamos e ajudamos na orientação dos alunos.
Na oportunidade, aproveitei para gravar uma parte da 1ª. sessão do projeto...
Educação Matemática e Informática

A escola precisa trabalhar com a curiosidade do aluno, partindo de situações-problema que são existenciais para os seus alunos. A Educação Matemática tem buscado um ensino contextualizado na vida do aluno e da sua comunidade. Então, as tecnologias informáticas, pensadas como tecnologia da linguagem e da comunicação, no uso da Matemática, devem trabalhar a “possibilidade de o sujeito ler o mundo”, “compartilhar da sua leitura do mundo”, “aprender a aprender” e a possibilidade de “reconhecer sujeitos livres” (Paulo Freire).
D’Ambrósio afirma que, na transição do século XX para o século XXI, espera-se que os alunos adquiram e utilizem instrumentos comunicativos, analíticos e materiais para exercer o seu papel de cidadão.
É necessário compartilhar idéias, pensamentos, ser compreendido. Assim, é preciso que exista comunicação entre os elementos, é preciso compartilhar tecnologias, até mesmo as do pensamento. Esta tecnologia começa no próprio controle do corpo, passando pelas tecnologias/máquinas e indo até as tecnologias da linguagem e da comunicação.
É importante para o aluno conhecer os elementos da máquina – hardware e software – e conhecer um pouco mais as linguagens ou ferramentas computacionais ou aplicativos. É preciso estimulá-los a lerem as telas de ajuda do programa e as mensagens de erro, fazendo com que o aluno aprenda a aprender.
Assim, o objetivo da aula de Matemática que utiliza a informática não deve estar centrado na utilização da máquina meramente. Mas, a partir dos problemas trazidos para a sala de aula, que o computador possa ser utilizado como ator na elaboração e comprovação de hipóteses e na simulação de idéias. Só assim é possível aprender a ler, escrever, compreender textos, entender gráficos, fazer cálculos simples ou complexos, fazer análises geométricas planas ou espaciais.
“Quanto mais ativamente uma pessoa participar da aquisição de um conhecimento, mais ela irá integrar e reter aquilo que aprender. Ora, a multimídia interativa, graças à dimensão reticular ou não linear, favorece uma atitude exploratória, ou mesmo lúdica, face ao material a ser assimilado. É portanto, um instrumento bem adaptado a uma pedagogia ativa.” (Lévy, 1993)
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Aplicações da Função Exponencial
Exemplo 1: Bactéria
Uma população de bactérias aumenta 50% em cada dia. Se no início da contagem havia 1 milhão de bactérias, quantas haverá ao fim de t dias?
Resolução: 
milhões de bactérias
Ao fim de 1 dia 1 + 0,5 = 1,5
Ao fim de 2 dias 1,5 + 0,5x1,5 = 1,5(1 + 0,5) = 1,52
Ao fim de 3 dias 1,5 + 0,5x1,52 = 1,52 (1 + 0,5) = 1,53
... ...
Ao fim de t dias ................................................................ 1,5t
Vemos que o número de milhões de bactérias, ao fim de t dias, é dado por uma potência de expoente variável (exponencial).
Sabemos que esta potência tem significado para qualquer valor real de t; no início da contagem é t = 0 e antes desse instante é t <>
Sabemos, também, que os valores de 1,5t são sempre positivos. Portanto, temos a correspondência:
f: lR
lR
t
1,5t
que se chama função exponencial de base 1,5.
Exemplo 2: Juros compostos
A função exponencial intervém em numerosas aplicações matemáticas, na Ciência e na Indústria, e é indispensável no estudo de muitos problemas de Economia e Finanças, nomeadamente no cálculo dos "juros compostos".
Diz-se que há um "juro composto" quando o juro ganho por certo capital, ao fim de um período de tempo, fica depositado, acrescentando o capital inicial e passando, portanto, a ganhar juro. O investigador, no fim do segundo ano, receberá, portanto, "juro do juro" além do juro do capital.
Por exemplo:
Uma pessoa coloca 3000 contos a prazo, à taxa de 20% ao ano e não levanta dinheiro algum durante 10 anos.
Quanto tem a receber (capital acumulado) ao fim desse período?
E ao fim de x anos?
Resolução: 
milhares de contos
Ao fim de 1 ano 3 + 3x0,2 = 3 (1 + 0,2) = 3x1,2
Ao fim de 2 anos 3x1,2 + 3x1,2x0,2 = 3x1,2 (1 + 0,2) = 3x1,22
Ao fim de 3 anos 3x1,22 + 3x1,22x0,2 = 3x1,23
............................................................................................................
Ao fim de 10 anos 3x1,210 ≈ 18,575
Ao fim de x anos 3x1,2x
Obtemos de novo uma função exponencial.



















