
Vivemos na era da Ciência e da Tecnologia. Todos os dias surgem novas descobertas. Precisamos estar preparados para viver num mundo complexo e de rápidas mudanças científicas e tecnológicas. Temos de adquirir a capacidade de entender a ciência e de desenvolver formas de pensar que nos permitam adaptar à contínua evolução do Mundo. É a ciência que nos permite adquirir os conhecimentos que nos ajudarão a resolver os problemas da vida real.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Filme "Criação"

domingo, 13 de setembro de 2009
Norman Borlaug, cientista agrícola e ganhador do Prêmio Nobel da Paz

O cientista agrícola Norman Borlaug é americano e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1970 por desenvolver plantações de alta produtividade para combater a fome nos países em desenvolvimento. Ele ficou conhecido como uma das figuras centrais da “revolução verde”, o desenvolvimento de culturas mais resistentes e produtivas que as tradicionais que ajudou a combater a fome massiva em países em desenvolvimento na última metade do século 20.
Especialistas dizem que seus estudos para desenvolver culturas resistentes a doenças salvaram milhões de vidas em todo o mundo, pessoas que de outra forma teriam morrido de inanição. Seus esforços para desenvolver novas variedades de cultivos ajudaram a aliviar a falta de alimento em locais como a Índia e o Paquistão.
Ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seus esforços em 1970. Em 2007, ele recebeu a Medalha de Ouro do Congresso, a maior honra civil dos Estados Unidos. Em entrevista recente, ele diz “Nós todos comemos ao menos três vezes por dia em nações privilegiadas e ainda sim não entendemos a seriedade da comida. Houve grande progresso e a comida é mais igualmente distribuída. Mas a fome ainda é comum e a inanição é frequente demais.”
Em 1944, Borlaug foi apontado como geneticista e patologista de plantas para o trabalho de organizar e dirigir a Cooperativa de Pesquisa do Trigo e Programa de Produção no México. O trabalho, realizado em conjunto com o governo mexicano e a Fundação Rockfeller, focou em pesquisa científica genética para criar cultivos mais resistentes. Em duas décadas, o grupo encontrou um cultivo de trigo resistente às doenças mais comuns que atingem a plantação.
Borlaug criou ainda o Prêmio Mundial de Alimentos, um dos mais conceituados na área que visa a premiar contribuições variadas para obter avanços na qualidade, quantidade e disponibilidade de alimentos no mundo. O prêmio foi ganho em 2006 por dois brasileiros e um americano pelo trabalho que desenvolveram na região do Cerrado. Os vencedores foram o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, o ex-diretor técnico do Centro de Pesquisas da Embrapa Edson Lobato, e Colin McClung, pesquisador do Instituto Internacional de Pesquisa, dos Estados Unidos.
O cientista, nascido em 24 de março de 1914, em Iowa, dedicou-se depois a desenvolver culturas de cereais para produção extensiva. Morreu neste sábado, 12 de setembro, aos 95 anos.
“A esperança da família Borlaug é que a vida dele seja um exemplo a todos. Nós gostaríamos que sua vida fosse um modelo para fazer a diferença na vida dos demais e levar adiante esforço para acabar com a miséria humana”, disseram seus filhos, em comunicado divulgado pela família.
sábado, 12 de setembro de 2009
V Semana de Física da UESC

de 21 a 23 de setembro
Evento destinado a estudantes, de graduação ou de 2o grau, e professores interessados nas
questões pertinentes ao ensino, à pesquisa e à difusão da Astronomia.
Nesta edição do evento serão proferidas palestras de professores convidados abordando tópicos conectando os saberes científicos e humanísticos.
Também serão organizadas mesas redondas, sessão de
observação do céu com telescópios e exibição da peça
teatral “A Vida de Galileu”.
Mais informações no site:

terça-feira, 25 de agosto de 2009
A Chegada do Homem à Lua

Todos nós temos consciência da importância do avanço tecnológico, mas também somos testemunhas de como isso acontece de uma forma desenfreada e imprudente. Aos poucos estamos destruindo o planeta e talvez até causando conseqüências para o universo, a cada dia também estamos nos esquecendo cada vez mais do importante conhecimento do EU.
Há pouco tempo, comemoramos 40 anos da chegada do homem à Lua, e mais uma vez fomos lembrados da famosa frase: “Esse é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade”. Essa frase para mim tem um grande conteúdo questionador e não afirmativo como deseja ser. Qual foi o grande passo da humanidade? Acreditamos que o homem chegou à Lua, mas ainda não acreditamos na possibilidade de não estarmos sozinhos no universo.
Na época da Guerra Fria, a conquista da Lua significou poder, foi a grande corrida espacial, já não era preciso grandes exércitos de soldados, os países passaram a ser vulneráveis somente com o lançamento de um foguete, caracterizando não somente a conquista espacial, mas também a evolução da tecnologia bélica de um império.
Chegamos à Lua, mas ainda não somos aptos a acreditar que recebemos visitas de seres de outros mundos. Apesar do que pareceu ser uma grande conquista, esse acontecimento não trouxe nenhuma mudança produtiva na sociedade. Seguimos com os olhos vendados. O nosso orgulho chegou a ponto de não nos permitir olhar para o céu e ver o que é nítido, a existência de outros mundos e da possível existência de vida neles.
Existe quem diga que o homem nunca pisou na Lua. Essa afirmação é feita porque algumas fotos retiradas no momento da conquista foram editadas e fraudadas, com o objetivo de que a sociedade passe a não acreditar na chegada do homem na Lua. Muitos setores da sociedade tem o interesse de ocultar o sucesso dessa missão, inclusive os setores religiosos são os de mais influência. A afirmação da Bíblia “A Terra pertence ao homem, mas o Céu pertence a Deus” nos faz entender o motivo pelo qual a igreja quer ocultar esse acontecimento da humanidade.
Existe quem afirme que a igreja conseguiu fraudar essas fotos aliada a fanáticos religiosos que trabalhavam na NASA. Há quem diga também que essas fraudes foram feitas pelo governo dos EUA, com o intuito de esconder a falha da missão, fazendo com que toda a humanidade acreditasse no êxito dessa missão e assim consequentemente os EUA ganhariam respeito em suas relações em época de Guerra Fria.
Porém, existem outros indícios que nos fazem estudar isso mais a fundo. Esses indícios nos levam acreditar não somente na chegada do homem à Lua, mas também no seu encontro com seres e bases supostamente extraterrestres na Lua. Um diálogo feito entre o centro de operações da NASA e a Apolo 11, foi interceptada e captada por grandes radioamadores, inclusive um deles afirma ter trabalhado na NASA. O diálogo afirma o avistamento de OVNIS e bases supostamente extraterrestres na Lua, porém essa parte da comunicação foi impedida de chegar ao público, apenas esses radioamadores tiveram acesso a comunicação na íntegra, muita coisa foi dita e não somente a famosa frase que conhecemos. Inclusive, o segundo homem a pisar na Lua, chamado Buzz Aldrin, afirmou há pouco tempo em um famoso programa de televisão nos EUA, ter visto uma nave acompanhar a chegada da Apolo 11 na Lua, mas devido a sua idade avançada muitos não acreditam na sua saúde mental. E outros disseram que ele dizia isso com algum intuito de ganhar dinheiro.
Ou seja, por mais que apareçam homens relatando suas experiências, nós seguiremos com os olhos vendados, afinal não queremos nada que seja novo, já vivemos confortáveis com os olhos vendados.
domingo, 23 de agosto de 2009
Concurso de Trabalhos Escritos e Desenhos - Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento 2009

sábado, 11 de julho de 2009
Mas, o que é a Ciência?
O cientista Richard P. Feynman disse que aprendeu o que é a Ciência com o seu pai, quando era ainda criança. No fim do jantar, ainda ele comia numa cadeira alta, o pai fazia uma brincadeira com ele usando ladrilhos de cores diferentes. Tinha de colocar os ladrilhos de maneira a formar sequências. Primeiro deixava-o deliciar-se com o jogo brincando com os ladrilhos e depois, cautelosamente, injetava-lhe “matéria de valor educativo”. Esse jogo ajudou-o quando entrou para o jardim de infância e teve de fazer um teste experimental em que deviam colar papéis coloridos em tiras verticais e fazer arranjos. A professora ficou muito admirada com o seu trabalho e mandou uma carta aos seus pais, dizendo que ele era um aluno invulgar, pois parecia ser capaz de prever que arranjo ia obter e fazia arranjos bastante complicados.
Para Richard P. Feynman “o mundo aparece-nos tão diferente depois de aprender ciência... Por exemplo, as árvores são basicamente feitas de ar. Quando se queimam voltam ao ar e no calor da chama é libertado o calor da luz do sol que foi aprisionado para converter o ar em árvore. Nas cinzas fica a pequena parte restante que não veio do ar, mas sim da terra sólida”. Mas a ciência não nos ensina nada, a experiência sim, essa é que nos ensina.
Por isso não podemos ensinar ciência na sala de aula se não pusermos os alunos a observar os fenômenos, a discutir essas observações, a realizar experiências pensadas por si ou com a ajuda do professor, a descrever e discutir os dados obtidos dessas experiências, de forma a poderem descobrir por si próprios as respostas para as suas dúvidas. Os conhecimentos adquiridos em ciência, através de observações e experimentações, ajudarão as crianças a compreenderem-se a si próprias e aos outros, bem assim como ao mundo que as rodeia. Só um espírito curioso e crítico e um pensar criativo permitirão uma adaptação mais fácil às novas realidades.
Ao estudar a Natureza nas aulas de ciência, os alunos procurarão explicações para alguns dos fenômenos que nela ocorrem, aprenderão a observar o mundo que os rodeia e confrontarão opiniões, realizando experiências que os ajudarão bastante neste processo. As crianças adquirem hábitos que lhes permitem estudar, compreender e investigar tudo o que as rodeia. A disciplina de Ciências ajuda as crianças a refletirem sobre coisas que conhecem, a descobrirem coisas novas e a encontrarem explicações para algumas das suas perguntas sobre a Vida e a Terra, e desenvolve-lhes capacidades que as ajudarão em todas as outras disciplinas.
E para você? É importante conhecer a ciência?


