sábado, 5 de setembro de 2009

Vaporização espontânea: a evaporação



Quando um líquido é deixado num recipiente, com sua superfície livre exposta ao ambiente, ele se vaporiza espontaneamente, com maior ou menor rapidez, terminando por desaparecer do recipiente ao final de certo tempo. Esse é um processo de vaporização espontânea que ocorre em qualquer temperatura, na superfície exposta do líquido, e dá-se o nome de evaporação.

Esse fenômeno ocorre devido a agitação térmica molecular: estando em constante movimento, as moléculas mais agitadas conseguem “escapar” aos poucos pela superfície livre, convertendo-se em vapor. Como é um processo contínuo, acaba envolvendo toda a massa de líquido, que então “desaparece”.

Alguns fatores influenciam na velocidade de evaporação. A natureza do líquido pode ser volátil, por se evaporar mais rapidamente (exemplos: álcool, éter, acetona, etc.), ou fixo, que evapora lentamente (exemplos: óleos, mercúrio, etc.). Quanto maior a área exposta ao ambiente, mais rápida é a evaporação. E é por isso que, para que sequem mais rapidamente, as roupas são estendidas em um varal. Pela mesma razão, os grãos, postos para secar, são espalhados. Quanto mais alta a temperatura, maior o grau de agitação das moléculas do líquido. Assim, quanto mais quente o líquido, mais rapidamente ele se evapora. A concentração de vapor no ar é um fator negativo na evaporação, isto é, quanto maior for a umidade (e, portanto, a quantidade de vapor existente), mais dificilmente novas moléculas passam para o estado de vapor. A pressão externa exercida sobre o líquido é também um fator que dificulta a evaporação, pois representa um “obstáculo” a ser vencido pelas moléculas que saem do líquido. Portanto, quanto maior a pressão externa, menor a velocidade de evaporação do líquido.

No processo de evaporação moléculas mais agitadas passam para o estado de vapor. As que permanecem no líquido tem sua temperatura diminuída, pois a agitação diminui com a saída das moléculas mais rápidas. Esse fenômeno é chamado de frio por evaporação. É por isso que um banhista sente frio ao sair da água, pois ao evaporar, faz diminuir a temperatura do corpo.

A mesma sensação é percebida ao se colocar um líquido volátil (éter, álcool, etc.) sobre a pele. Esse fenômeno é muito importante na termorregulação do nosso corpo. A evaporação do suor, num ambiente quente, garante a manutenção da temperatura corporal normal, e assim minimiza a sensação de calor. A presença de correntes de ar, como as produzidas pelos ventiladores, afastando os vapores formados, aumenta a velocidade de evaporação e, por isso, diminui a sensação de calor. Também por esse motivo costumamos soprar as bebidas e comidas quentes: para aumentar a velocidade de evaporação e resfriá-las.

Mais informações...

Geocities/Sala de Física

Portal São Francisco

Leia também sobre a ocorrência da evaporação no Ciclo da Água...

CricketDesign

Geocities/Athens


Cai chuva, molha a terra./Águas limpas ficam impuras./Vem o sol, aquece a água,/E o vapor vai para as alturas.
O vapor sobe, limpinho. Em sujeira,/ nem se pensa.Porém, /lá em cima é tão frio,/Que o vapor logo condensa.
Nuvens cinzas, nuvens brancas,/Tempestade ou chuva fina./É água que volta à Terra!/E o vaivém não termina.
E assim, num ciclo eterno/ Que a natureza inventou,/ A água que hoje é suja,/Amanhã já se limpou.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Projeto Plantação sob o olhar dos alunos...

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher." (Cora Carolina)


Assista a apresentação de uma das fases do Projeto Plantação, pela turma do 2o. ano-2 do turno vespertino...




Cuidar da Terra é o futuro do presente e o presente do futuro.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Doenças do Intestino, Ileoceco e Ânus

A II Feira de Saúde do C.E.L.E.M. foi adiada para o dia 12/09/09, sábado, e as turmas, assim como os professores da Área de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias, vem se organizando para as demonstrações dos trabalhos e oficinas.

A turma do 2o. ano-2, do turno noturno, estudou sobre as Doenças do Intestino, Ileoceco e Ânus e está se preparando para expor o assunto na Feira, a estudantes de outras escolas e à comunidade que irá prestigiar e participar, pois além de exposição de trabalhos, acontecerá palestras proferidas por profissionais da área, oficinas sobre alimentação, coletas de sangue e orientações sobre a saúde, com a participação também de profissionais da Secretaria de Saúde.

Assista essa turma se preparando para a apresentação na Feira...



Uma Verdade Inconveniente


“Uma verdade inconveniente – Alerta Global” é um documentário que produz vários sentimentos, dentre eles, impressionar, incomodar e causar espanto, mesmo que todos os dias possamos ver nos telejornais tais imagens do mundo inteiro. Portanto, este documentário trata de palestras sobre o aquecimento global proferidas pelo ex-senador dos Estados Unidos, o democrata Al Gore.

Segundo ele, em vários momentos de sua vida aconteceram fatos que o fizeram olhar de maneira diferente pra o planeta Terra, levando a se preocupar com a conservação do meio ambiente. Tais exemplos citados são: o acidente que quase matou seu filho, a morte de sua irmã por câncer de pulmão, as aulas de um professor na universidade e a sua derrota nas eleições presidenciais de 2000.

No documentário, Al Gore tenta sensibilizar as pessoas para a questão ambiental, levantando como tema o aquecimento global. Assim sendo, o mesmo passou a realizar, em todo o mundo, palestras didáticas, pesquisas científicas, usando uma linguagem simples e clara. E ainda, como metodologia, usa slides, gráficos, fotografias, animações, tudo isso para envolver e conquistar seus ouvintes.

O principal foco do documentário são as mudanças climáticas em todo o planeta Terra, as tempestades, furações, tufões, terremotos, inundações, secas, o derretimento das geleiras do Ártico, enfatizando assim, a crise global.

Logo no início do filme, Al Gore cita Carl Sagan, renomado astrônomo norte-americano que comparava a atmosfera terrestre a uma fina camada de verniz utilizada para proteger, dar brilho e prolongar a vida no globo terrestre. A ação humana alterou completamente o equilíbrio da vida na Terra, deixando a atmosfera tão frágil que já não atua na redução dos efeitos da radiação solar sobre o planeta e os seres vivos.

Para Al Gore, todos nós somos responsáveis pelas mudanças do clima, uma vez que o ser humano está enchendo a atmosfera de poluição. Um dado utilizado por ele foi o Furacão Katrina, que em 29 de agosto de 2005 destruiu Nova Orleans.

Ele relata que o aquecimento global é uma questão política, econômica, uma vez que está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento industrial e talvez por isso o Governo de W. Busch não aderiu ao Protocolo de Kioto. Entretanto, diz Al Gore que já existe mudança em alguns estados como a Califórnia, onde 319 cidades já adotaram o citado protocolo.

Diante de todo o exposto, em seu documentário ele não procura apenas apontar problemas, explicá-los e deixar todos boquiabertos com a situação ambiental, ele procura também promover mudanças profundas, interiores, relacionadas aos valores morais, culturais e ideológicos das pessoas. Ele aponta o que podemos fazer, como comprar produtos recicláveis, biodegradáveis, como usar a água, a energia de forma sustentável, ou seja, se não acordarmos enquanto é tempo o que será das gerações futuras. Portanto, este documentário funciona como um alerta para a sociedade mundial.

“Uma Verdade Inconveniente” é indicação obrigatória e certamente uma das mais importantes produções dos últimos 30 ou 40 anos. Porque foi a partir de então que aumentamos e aceleramos ainda mais o ritmo de devastação que está provocando o efeito estufa e o aquecimento global. Temos que agir rapidamente ou comprometeremos para sempre a vida no planeta. Cuidar da Terra agora é a garantia de que as próximas gerações e todos os seres vivos não sejam mais sacrificados.


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Canção da Terra




Earth Song (1995) é um dos clips mais belos do músico Michael Johnson, mas talvez o que fez menos sucesso.

Michael Johnson sempre foi defensor da natureza e da paz no mundo e a música chama atenção para a devastação da natureza, num video muitas vezes impactante.

Sob a direção de Nicholas Brandt, o clip foi filmado em diversas partes do mundo e, no Brasil, houve a participação de índios brasileiros, em uma parte da Floresta Amazônica que foi destruída após as filmagens.

Vale a pena assistir e fazer sua própria avaliação!

Cante junto e reflita...

EARTH SONG

What about sunrise
What about rain
What about all the things
That you said we were to gain
What about killing fields
Is there a time
What about all the things
That you said was yours and mine
Did you ever stop to notice
All the blood we’ve shed before
Did you ever stop to notice
This crying Earth, its' weeping shore

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

What have we’ve done to the world
Look what we’ve done
What about all the peace
That you pledge your only son
What about flowering fields
Is there a time
What about all the dreams
That you said was yours and mine
Did you ever stop to notice
All the children dead from war
Did you ever stop to notice
This crying Earth, its' weeping shore

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

I used to dream
I used to glance beyond the stars
Now I don’t know where we are
Although I know we’ve drifted far

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Hey, what about yesterday
(What about us)
What about the seas
(What about us)
Heavens are falling down
(What about us)
I can’t even breathe
(What about us)
What about apathy
(What about us)
I need you
(What about us)
What about nature’s worth
(ooo, ooo)
It’s our planet’s womb
(What about us)
What about animals
(What about it)
Turn kingdom to dust
(What about us)
What about elephants
(What about us)
Have we lost their trust
(What about us)
What about crying whales
(What about us)
Ravaging the seas
(What about us)
What about forest trails
(ooo, ooo)
Burnt despite our pleas
(What about us)
What about the holy land
(What about it)
Torn apart by greed
(What about us)
What about the common man
(What about us)
Can’t we set him free
(What about us)
What about children dying
(What about us)
Can’t you hear them cry
(What about us)
Where did we go wrong
(ooo, ooo)
Someone tell me why
(What about us)
What about baby boy
(What about it)
What about the days
(What about us)
What about all their joy
(What about us)
What about the man
(What about us)
What about the crying man
(What about us)
What about Abraham
(What about us)
What about death again
(ooo, ooo)
Do we give a damn

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

CANÇÃO DA TERRA

O que virou do nascer do sol?
E a chuva?
O que virou de tudo
Que você disse que iríamos ganhar?
E os campos de extermínio?
Vamos ter uma descanso?
E o que vai virar de tudo
Que você disse que era meu e teu?
Você já parou pra pensar
Sobre todo o sangue derramado?
Já parou pra pensar
Que a Terra, os mares estão chorando?

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

O que fizemos com o mundo?
Olhe o que fizemos
E a paz
Que você prometeu a seu único filho?
O que virou dos campos floridos?
Vamos ter um descanso?
O que virou de todos os sonhos
Que você disse serem teus e meus?
Você já parou pra pensar
Sobre todas as crianças mortas com a guerra?

Já parou pra pensar
Que a Terra, os mares estão chorando?

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Eu costumava sonhar
Costumava viajar além das estrelas
Agora já não sei onde estamos
Embora saiba que fomos muitos longe

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

O que vai virar do passado?
(E de nós?)
E os mares?
(E de nós?)
O céu está caindo
(E de nós?)
Não consigo nem respirar
(E de nós?)
E a terra sangrando?
(E de nós?)
Não conseguimos sentir as feridas?
(E de nós?)
E o valor da natureza?
(ooo, ooo)
É o ventre do nosso planeta
(E de nós?)
E os animais?
(E de nós?)
Fizemos de reinados, poeira
(E de nós?)
E os elefantes?
(E de nós?)
Perdemos a confiança deles?
(E de nós?)
E as baleias chorando?
(E de nós?)
Estamos destruindo os mares
(E de nós?)
E as florestas?
(ooo, ooo)
Queimadas, apesar dos apelos
(E de nós?)
E a terra prometida?
(E de nós?)
Rasgada ao meio pelos dogmas
(E de nós?)
E o homem comum?
(E de nós?)
Não podemos libertá-lo?
(E de nós?)
E as crianças chorando?
(E de nós?)
Não consegue ouvi-las chorar?
(E de nós?)
O que fizemos de errado?
(ooo, ooo)
Alguém me fale o porquê
(E de nós?)
E os bebês?
(E de nós?)
E os dias?
(E de nós?)
E toda a alegria?
(E de nós?)
E o homem?
(E de nós?)
O homem chorando?
(E de nós?)
E Abraão?
(E de nós?)
E a morte de novo?
(ooo, ooo)
A gente se importa?

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Ih, o pão mofou!


Quem já não retirou aquele pedaço mofado da fatia de pão e comeu o restante? Ou jogou fora a fatia com sinais de mofo e comeu as outras, que pareciam estar em bom estado? Essas atitudes, aparentemente inofensivas, podem levar à intoxicação alimentar ou a reações alérgicas. Quando um alimento tem marcas de mofo em uma parte, todo ele já está contaminado de fungos.

O mofo é a proliferação de colônias de fungos que se desenvolveram e se agruparam. A principal diferença das colônias de bactérias para as de fungos é que o alimento contaminado por bactérias exala cheiro de azedo, enquanto por fungos, não tem odor, apenas o chamado bolor. Assim como as bactérias, os fungos podem causar intoxicação e diarréias, principalmente se a pessoa for alérgica a estes microrganismos. Os fungos se encontram no ar e, normalmente, o corpo humano desenvolve anticorpos contra eles. Os alimentos acabam sendo locais propícios para a sua proliferação, já que buscam umidade, calor e escuro.

O biólogo Marcos Antônio Marques afirma que “existem vários tipos de fungos, uns mais nocivos à saúde do que outros. Como no dia-a-dia as pessoas não vão saber qual o tipo está nos alimentos, recomenda-se o descarte de tudo. No caso do pão de forma, mesmo que apenas algumas fatias apresentem o bolor, as chances de todo o saco estar contaminado é grande. Quando conseguimos ver estes microrganismos a olho nu, isto significa que há uma imensa quantidade deles nos alimentos.”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), milhões de pessoas adoecem todos os anos em virtude da ingestão de alimentos contaminados. A ocorrência de contaminação dos alimentos está relacionada a vários fatores, tais como: temperatura/tempo, armazenamento, conservação, manipulação, hábitos higiênicos, entre outros.

Os alimentos classificados como perecíveis são aqueles que estragam rapidamente, como carnes, leite e os derivados, ovos, frutas, verduras e legumes. Os sintomas mais comuns após a ingestão de um alimento contaminado são: diarréia, vômitos, dores abdominais, mal estar e febre. Há casos que podem levar à morte.

Além de bactérias e fungos, os alimentos podem ser contaminados por vírus e parasitas e também por toxinas produzidas e liberadas por esses microrganismos. Como nem sempre essa contaminação é percebida, é importante estar atento aos prazos de validade e o estado de conservação dos alimentos.

As diferenças de temperatura em função das estações do ano influenciam na durabilidade dos alimentos. No verão, por causa do calor, há um ambiente mais favorável ao aparecimento de microrganismos. Por isso, recomenda-se guardar na geladeira o quanto antes os alimentos preparados, mesmo que ainda estejam mornos. Outro problema é abrir a porta da geladeira muitas vezes ou mantê-la aberta por muito tempo. Isso traz um risco importante porque há aumento da temperatura, propiciando o crescimento microbiano. A geladeira tem capacidade de refrigeração limitada, e não deve ser usada como depósito de alimentos. Quando está muito cheia, não permite a circulação do ar frio, logo há problemas na troca de calor e na manutenção da temperatura adequada para conservação dos alimentos.


Para Saber Mais:

Cuidar dos Alimentos

Nutrociência


domingo, 30 de agosto de 2009

Projeto Plantação

Muito se fala atualmente sobre os grandes problemas da humanidade, causados pelo aquecimento global, advindo de uma era industrial muito desenvolvida. Mesmo sabendo de toda essa situação, cada pessoa tem uma visão diferente das consequências do que acontece no mundo e poucos estão dispostos a colaborar para o benefício geral da humanidade.

Quanto mais se pensa numa situação a curto prazo, mais nos afastamos dela. E por quê? Por não atingirmos a essência do problema, porque pensamos que no fundo isso não nos afeta diretamente interferindo na nossa vida diária, a ponto de modificar-lhe o curso.

A capacidade de degeneração da natureza é muito grande, mas ainda há muito o que fazer pelo meio ambiente, principalmente quando se tem numa escola como a nossa, uma área que pode ser muito bem aproveitada na plantação de árvores, buscando a preservação e conservação local, considerando os conhecimentos dos problemas ligados ao ambiente, vinculando-os a uma visão global e educativa.

E foi pensando dessa forma que iniciamos o Projeto Plantação envolvendo toda a comunidade escolar do C.E.L.E.M. Dividimos as atividades em três etapas onde cada área do conhecimento ficou responsável em acompanhar os alunos e desenvolver as ações propostas. A primeira etapa coube à área de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias, através de estudo sobre o cultivo das plantas, o preparo das áreas a serem plantadas e o início dos plantios. Em seguida, a área de Ciências Humanas e suas Tecnologias deu continuidade ao plantio de outras espécies de plantas. A área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias ficou responsável em ornamentar as áreas plantadas. De maneira interdisciplinar, houve um comprometimento de todos em transformar o espaço da escola num ambiente agradável e bem cuidado. Alguns professores,como eu, ainda acompanham os seus alunos no cuidado com as plantas e os funcionários colaboram na manutenção dos espaços ornamentados.

Eu, como professora e responsável no projeto pelas turmas de 2º. ano do Ensino Médio, turmas 1 e 2 do turno vespertino, proporcionei atividades interdisciplinares, durante as pesquisas, estudos, apresentações de trabalhos e plantio, envolvendo conteúdos de Biologia, como Taxonomia das Plantas, conteúdos de Química, como pH e Análise Química do Solo, conteúdos de Língua Portuguesa como Redação Científica (relatório) e Nacionalismo (valorização das plantas nativas), conteúdos de Matemática como Regras de Três, Porcentagem, Noções de Estatística, Áreas, Perímetro, Volume, e conteúdos de Geografia como Ecologia e Preservação, Hidrologia, Pedologia (estudo do solo) e Aspectos Vegetativos.

Os trabalhos foram iniciados no dia 09/05/2009, data em que começamos também a avaliar a participação dos alunos no projeto e até então continuamos a acompanhá-los até que se encerre o período letivo, e daí os funcionários conscientes e também envolvidos no projeto, continuarão cuidando da nossa escola, do nosso lugar.

Acreditamos que...

“Tudo o que existe e vive precisa ser cuidado para continuar a existir e a viver: uma planta, um animal, uma criança, um idoso, o planeta Terra.” (Leonardo Boff)