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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Cientista de 13 anos revoluciona a forma de captar energia



A invenção de um menino de 13 anos pode modificar a forma como coletamos energia solar nos dias de hoje. Aidan Dwyer, um rapazinho americano, bolou uma maneira de organizar os painéis solares que garante um melhor aproveitamento da luz e, assim, uma maior produção de energia. Semelhante a uma pequena planta, o invento do menino aumenta a eficiência do mecanismo entre 20% a 50%.
Instigado pelo mecanismo utilizado pelas árvores para absorver luz solar, Dwyer teve uma idéia que lhe rendeu o prêmio de Jovem Naturalista, concedido pelo Museu Americano de História Natural. A atual maneira de gerar energia através da luz do sol consiste em arranjar os painés solares horizontalmente, ao contrário do sistema bolado pela própria natureza. Após estudar durante algum tempo, o menino decidiu montar em um suporte vertical pequenos painéis, de forma que estes ficassem organizados como folhas em galhos. E funcionou.
Os testes realizados com o experimento mostram que, comparado ao mecanismo original, a árvore-solar de Dwyer é muito mais eficiente. Inclusive em épocas de menor incidência solar, tais como o inverno, a novidade leva a melhor. Além disso, o sistema, justamente por ser vertical, não é “enterrado” pela neve e também é menos prejudicado pela chuva.
O menino, ao explicar o funcionamento do seu modelo, ainda ressaltou outra vantagem: para ambientes urbanos, que carecem de espaço, ele é ideal. Além do que, acrescentou, a semelhança com uma árvore torna tudo ainda mais bacana.

Resta saber se existirão empresas interessadas em replicar a ideia em escala maior. Por enquanto, os modelos do menino tem se saído muitíssimo bem. O mais interessante é que o projeto de Aidan Dwyer não foi feito para uma grande feira internacional, mas sim para a feira de ciências da escola. Aos 13 anos, esse pequeno inventor já conta com diversos entusiastas e alguma notoriedade ao redor do mundo.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Imagens inéditas do Sol em alta definição


Imagens do Sol foram tiradas do satélite Observador Dinâmico Solar // Nasa (Nasa)
A agência espacial americana Nasa divulgou novas imagens do Sol capturadas pelo seu satélite chamado Observador Dinâmico Solar (SDO, em inglês).
A agência espacial monitora detalhes inéditos sobre o campo magnético do astro e a coroa solar // Nasa (Nasa)
A Nasa está trabalhando em conjunto com a universidade central de Lancashire (UCLan), na Grã-Bretanha, para monitorar detalhes inéditos sobre o campo magnético do astro e a coroa solar.
As imagens têm qualidade dez vezes superior ao de uma televisão em alta definição // Nasa (Nasa)
As imagens têm qualidade dez vezes superior ao de uma televisão em alta definição.
A UCLan é um dos centros europeus que estuda dados coletados pelo satélite // Nasa (Nasa)
A UCLan é um dos centros europeus que estuda dados coletados pelo SDO. Na Grã-Bretanha, é o único instituto que fornece fotos com estudos sobre o Sol.
O telescópio do satélite faz 80 imagens do Sol a cada minuto // Nasa (Nasa)
O telescópio do satélite faz 80 imagens do Sol a cada minuto, gerando o equivalente a 1,5 terabytes de dados por dia, o equivalente a meio milhão de músicas baixadas no iTunes.
Além do interesse científico, as imagens também serão usadas como inspiração para uma obra artística // Nasa (Nasa)
Além do interesse científico, as imagens também serão usadas como inspiração para uma obra do artista digital Chris Meigh-Andrews, que é professor da mesma universidade
As imagens captadas estão sendo projetadas em um telão // Nasa (Nasa)
As imagens captadas estão sendo projetadas em um telão em uma das ruas da cidade britânica de Preston até o final desta semana.
Fonte: MSN. verde

sábado, 14 de agosto de 2010

Satélite flagra tempestade no Sol

No última dia 1º de agosto o Sol passou por gigantesca turbulência, que foi flagrada por um satélite recém lançado pela NASA. Na imagem (abaixo) em ultravioleta do Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês), é possível ver uma enorme protuberância (canto superior esquerdo), uma verdadeira "tsunami" solar (a estrutura parecida com uma onda no canto superior direito), diversos filamentos magnéticos e, por fim, a ejeção de massa coronal em direção da Terra (no centro, à esquerda) que provocou um show de auroras boreais entre os dias 3 e 4 de agosto no Hemisfério Norte, mas também colocou em alerta os sistemas de telecomunicação do planeta.