sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Final da Maratona de Matemática - 2009

Finalizamos a Maratona de Matemática! Veja a PONTUAÇÃO DAS EQUIPES:

Carpie Dien/Laranja = 8,5

Anônimos/Preta = 7,5

Só dá Nerd/Vermelha = 5,5

Ai meu Deus!/Amarela = 5

Os Galáticos/Rosa = 5

Papai fugiu?/Verde = 4,5

Logan/Lilás = 3

Los Hermanos/Azul = 2

Sem Futuro/Bege = 2

Xurupita/Branca = 1,5

Portanto, a equipe Carpie Dien, cor Laranja, composta pelos alunos Cecília, Sílvia e Felipe, foi a vencedora!

Estão todos de parabéns, principalmente pelo desempenho e comportamento durante a realização da Maratona. Continuem estudando mais para os próximos desafios!

Após a realização da Maratona foi feita a Avaliação pelos Alunos...


O que você achou da Maratona de Matemática?

Sthefane: “Maravilhosa, pois aprendi muito, e seria uma boa se todos os professores adotassem esse método.”

Geise Chaves: “Muito boa, pois fez com que estudássemos mais para podermos nos sair bem nas pontuações.”

Cecília: “Tudo maravilhoso.”

Rayanne: “Eu achei mara! Tudo de bom.

Accioli: “Muito BOM! Unindo o útil ao agradável, um jogo divertido, onde você aprende e ganha pontos brincando.”

Meg Guedes: “Achei muito boa! Assim aprendemos brincando, e ganhando pontos, é claro!”

Victor Mcklaus: “Achei muito boa! Assim aprendemos brincando, e ganhando pontos, é claro!”

Tarcila Gabriela: “Achei muito boa! Assim aprendemos brincando, e ganhando pontos, é claro!”

Willian Haraí: “A atividade serviu de bastante aprendizagem, com esse método foi possível esclarecer melhor o assunto com ajuda dos colegas, pena que não estudei o bastante para alcançar o nível pedido (não estudei nada!) mas deu para tirar uma boa nota (da próxima estudo mais).”

Bruna Leão: “Foi muito bom, pois assim conseguimos aprender de uma forma muito diferente com a qual estamos acostumados e isso faz com que nossos estímulos pelos estudos fossem novamente ativados e buscássemos o interesse pelo estudo e passássemos a observar uma nova forma de aprender, uma forma mais legal e divertida e conseguirmos nos preparar para um futuro próximo bem melhor.”

Luam Cabral: “Eu gostei muito da maratona. Pois aprendemos a se interessar muito mais sobre o assunto e sobre a matéria de matemática. Com a maratona aprendemos mais pelo fato do interesse crescer. A maratona é um ótimo método de estudo. Pois tira os mesmos métodos de aula, modificando o nosso dia-a-dia, juntando a aprendizagem com o espírito competitivo, tornando alegre e distraída a classe. E o mais importante de tudo aprendemos, e nos preparamos para nosso futuro de maneira legal.”


Experiências sobre a Digestão


A Feira de Ciências – 2009 da E.P.O.M. está se aproximando...

Vejam algumas experiências sobre a digestão, como sugestão para serem realizadas:


1. O começo: A ação da saliva

Material: vidro conta-gotas com tintura de iodo; 2 copos plásticos de café; 2 tubos de ensaio numerados; água; amido.

Procedimento: Coloque água em um dos copos, acrescente amido, mexa e despeje dois dedos da mistura em cada tubo de ensaio. No outro copo, recolha um pouco de saliva, passe-a para um dos tubos e agite. Espere 30 minutos e pingue uma gota de iodo em cada tubo.

Conclusão: O amido, ao reagir com o iodo, apresenta uma coloração roxa, mas a mistura com saliva não fica roxa por causa da atuação da enzima ptialina. Ela transforma o amido em maltose, que não reage com o iodo.


2. É importante mastigar bem

Material: 2 copos com água; 2 comprimidos efervescentes.

Procedimento: Triture um dos comprimidos sobre uma folha de papel. Coloque simultaneamente o tablete inteiro em um copo com água e o triturado no outro.

Conclusão: O triturado se dissolve bem mais rápido. Essa é uma das características da digestão: quanto menores os pedaços de alimento, mais rapidamente os nutrientes presentes nele são absorvidos pelo organismo.


3. Sentindo os sabores

Material: 4 conta-gotas com: suco de limão, água com açúcar, água com sal e chá de carqueja; açúcar; colher.

Procedimento: Deve-se considerar que algumas regiões da língua são mais sensíveis a certos gostos que outras. Pingue os líquidos em diferentes regiões da língua. Depois, coloque açúcar na língua seca.

Conclusão: Sentimos o gosto dos alimentos porque o cérebro interpreta as informações captadas pelos sensores presentes na língua. Se ela estiver seca, não sentimos gosto algum, pois a saliva ajuda a desprender dos alimentos partículas que sensibilizam o paladar.


4. O movimento da digestão

Material: meia fina; bolinha de isopor ou de tênis; bolacha.

Procedimento: Peça a um colega para colocar a mão no pescoço. Ao engolir uma bolacha, ele sentirá o movimento peristáltico feito pelos músculos do esôfago. Coloque a bolinha (que representa a comida) dentro da meia fina (o esôfago). Faça a bolinha deslizar pela meia empurrando-a com os dedos.

Conclusão: Os músculos do esôfago se contraem de forma parecida com a meia para levar o alimento ao estômago. Esses movimentos ocorrem em todos os órgãos do sistema digestório.


5. A acidez do suco gástrico

Material: 1 copo plástico de café; leite; vinagre ou suco de limão.

Procedimento: Coloque leite no copo e adicione vinagre.

Conclusão: O vinagre talha o leite da mesma maneira que o suco gástrico, produzido pelo estômago, quebra as moléculas grandes dos alimentos em partículas menores. Isso ocorre porque o suco é composto de ácido clorídrico, enzimas e muco.


6. O detergente da digestão

Material: dois copos com água; óleo de cozinha; detergente.

Procedimento: Coloque óleo nos dois copos com água. Em um deles, acrescente detergente e agite.

Conclusão: Assim como o detergente, a bile, produzida pelo fígado, é um suco ácido que transforma as gorduras em gotículas muito pequenas, facilitando a digestão.


7. Quebrando as proteínas

Material: clara de ovo cozido; 4 tubos de ensaio numerados; água; suco de mamão, de limão e de abacaxi; algodão.

Procedimento: Coloque água no tubo 1, suco de mamão no tubo 2, de limão no tubo 3 e de abacaxi no tubo 4. Corte a clara de ovo em cubinhos iguais e coloque um em cada tubo. Tampe com algodão e deixe em repouso por três dias.

Conclusão: Apenas no tubo 4 será possível perceber a diminuição da clara de ovo, já que a bromelina, enzima presente no abacaxi, provocou a quebra da proteína albumina. No estômago e no intestino delgado as proteínas também são quebradas pelas enzimas.


8. Absorção da água pelo corpo

Material: copo com água; esponja.

Procedimento: Coloque a esponja seca no copo com água.

Conclusão: A esponja age da mesma maneira que o intestino grosso, pois ele absorve vitaminas e sais minerais de parte da água que estava nos alimentos ou que foi ingerida com eles. Esses nutrientes depois são levados pelo sangue para as células.


A Digestão


As transformações químicas que ocorrem como resultado da atividade do tecido vivo são reunidas sob o nome metabolismo. Note que o metabolismo, assim apresentado, deixa claro que são transformações químicas que ocorrem como resultado da atividade dos tecidos vivos, evitando cuidadosamente dizer que elas devam, necessariamente, ocorrer dentro dos tecidos. Este cuidado é importante tendo-se em vista a existência de algumas reações químicas muito importante, que envolvem o tecido vivo, mas que não ocorrem dentro de tecido vivo. Estou me referindo à digestão.

- Dentro ou fora?

Quando engolimos a comida, ela desce pela garganta, chegando ao estômago e depois, talvez, aos intestinos. Ela sofre transformações radicais durante o processo, e o material que é finalmente eliminado pelo ânus é bem diferente daquele que entrou pela boca. Do ponto de vista de uma cadeia alimentar é uma pena pois, se não fosse assim, o resultado final de nosso almoço seria nosso jantar!

Enquanto o alimento permanece no canal alimentar (este nome se refere a todo o tubo complexo que vai desde a boca até o ânus), ele não se encontra, realmente, dentro do corpo. Ele está numa porção do mundo externo, a qual é limitada pela boca e pelo ânus.

- Que acontece?

Diversas glândulas, entre as quais algumas grandes, como o fígado e o pâncreas, e numerosas pequenas nas paredes do estômago e dos intestinos, descarregam sucos no canal alimentar. Estes se misturam com a comida, e o teor enzimático dos sucos catalisa aquelas reações metabólicas que reunimos sob o nome digestão. Muitas e muitas são as reações que ocorrem no processo da digestão porém, todas estas transformações digestivas tem certas coisas em comum. Em primeiro lugar, todas elas envolvem a conversão de moléculas maiores em menores. Tais transformações metabólicas de corpos relativamente grandes e complexos em moléculas relativamente pequenas e simples estão reunidas sob o nome de catabolismo (“jogar para baixo”); a digestão envolve uma série de transformações catabólicas.


- Que significa ‘absorver’?

Além do mais, a natureza das diversas transformações catabólicas da digestão implica, invariavelmente, na ruptura de alguma ligação química, e na ligação (justamente no ponto de ruptura) dos elementos da água. Esse método de quebrar ligações, acrescentando os elementos da água, constitui um artifício bastante natural, uma vez que a água é o principal constituinte do tecido vivo, perfazendo coisa de 60% do peso total, e 98% das moléculas individuais de um ser vivo, por exemplo.

O processo recebe o nome de hidrólise. Os produtos finais da digestão – as unidades estruturais obtidas por meio da hidrólise – podem atravessar as membranas intestinais (são “absorvidas”), entrando no corpo propriamente dito. Moléculas mais complicadas do que estes produtos finais da digestão geralmente não conseguem fazer o mesmo.

- ‘Subdividir para vencer’

Este é o significado da digestão: ela converte os alimentos brutos, não absorvíveis, em unidades estruturais absorvíveis. Com isso, o corpo adquire massa, a qual transporta energia química, uma quantidade medida em quilocalorias ou grande caloria. São estas as tais “calorias” referidas pelos especialistas em dietas (dieticistas) como contidas nos alimentos. Simples não?

- Mas, ...

Embora enfatizei aqui o modelo da digestão humana, há uma variedade muito grande de processos digestivos. A aranha, por exemplo, inicia seu processo digestivo totalmente fora do corpo (digestão extracorpórea) – seu veneno contém enzimas que desfazem os tecidos da presa e ela apenas sorve o líquido resultante; até algumas plantas fazem digestão – como as plantas insetívoras.

Por outro lado, alguns animais são desprovidos de trato digestório, como os parasitas intestinais, que se aproveitam do trabalho do hospedeiro e apenas sorvem os nutrientes já digeridos.

Esses são processos extracelulares (ocorrem fora das células), mas os microorganismos, que não possuem estruturas digestórias, podem realizar a digestão intracelular, englobam partículas do meio e digerindo-as com enzimas lançadas no vacúolo digestivo (em animais pluricelulares isso ocorre também, por exemplo, com algumas células de defesa, que capturam e destroem células e partículas invasoras.


LEIA TAMBÉM:

Doenças e Distúrbios do Sistema Digetório


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Consumo: consciência e decisão


Pense rápido: O que é consumo? A palavra é bem conhecida de todos e, seguramente, tem algum significado para você. Consumir implica um processo de seis etapas que, normalmente, realizamos de modo automático e, muitas vezes, impulsivo. O mais comum é as pessoas associarem consumo a compras, o que está correto, mas incompleto, pois não engloba todo o sentido do verbo. A compra é apenas uma etapa do consumo. Antes dela, temos de decidir o que consumir, por que consumir, como consumir e de quem consumir. Depois de refletir a respeito desses pontos é que partimos para a compra. E após a compra, existe o uso e o descarte do que foi adquirido.

Considerando todos esses aspectos do consumo, você vai ver que ele está presente praticamente o tempo todo em nossas vidas. Ao acordar, vamos ao banheiro e consumimos água, eletricidade, pasta de dente e sabonete. Depois tomamos café-da-manhã e lá vai café, pão, manteiga, frutas, água, eletricidade. E mais água para fazer o café e para lavar os pratos. Quando saímos para o trabalho, a menos que se vá a pé ou de bicicleta, consumimos combustível, mesmo que seja de ônibus. Dependendo da ocupação de cada um, há diferentes tipos de consumo, mas é quase certo que se usa eletricidade, papel e cafezinho, por exemplo. Portanto, mesmo que você passe o dia todo sem sequer abrir a carteira, terá consumido muita coisa.

O consumo é um dos nossos grandes instrumentos de bem-estar, mas precisamos aprender a produzir e a consumir os bens e serviços de uma maneira diferente da atual, visto que o modelo hoje utilizado de produção e consumo contribui para aprofundar a desigualdade social e o desequilíbrio ambiental.

Mas as coisas não precisam ser assim e existe um enorme potencial para que o consumo que nos trouxe a essa situação, se exercido de outra forma, nos tire dela.

Pensando no consumo consciente, acesse o site:

Instituto Akatu

Pensando em como você gasta o seu dinheiro, acesse a minha webquest sobre educação financeira:

Você já pensou em ficar rico?


domingo, 6 de setembro de 2009

A Dilatação Térmica no Cotidiano

Em nosso cotidiano existem inúmeras situações que envolvem a dilatação térmica dos materiais. Quando colocamos uma quantidade de chá muito quente em um copo de vidro comum pode ocorrer de ele trincar. Isso ocorre porque a parte interna do copo se dilata ao ser aquecido, no entanto, o vidro é um mau condutor de calor de forma que a parte externa do mesmo demora para ser aquecida. Dessa forma, ocorre diferença de dilatação entre as partes interna e externa do copo, o que acaba por fazê-lo trincar.

As calçadas, quadras poliesportivas e até mesmo as lajes sofrem dilatação quando a temperatura aumenta e contração quando a temperatura diminui. Nesse processo de dilatação e contração podem acontecer fissuras que, no caso das lajes, acabam deixando a água passar quando ocorre chuva. Para evitar essas fissuras e rachaduras os pedreiros colocam juntas, no caso das quadras, e divisórias, no caso das calçadas, quando estão construindo as mesmas. Durante a construção de pontes e viadutos deixam-se pequenas fendas para que essas estruturas possam dilatar quando a temperatura aumentar, sem que aconteçam as rachaduras. Nas ferrovias existem pequenos espaços que separam um trilho de outro, possibilitando que eles se dilatem sem provocar danos à estrutura.

Assim como todos os casos descritos acima, o dente e os materiais utilizados nas obturações também sofrem dilatação térmica, no entanto eles têm diferentes coeficientes de dilatação, o que significa que um dilata mais que o outro. Por exemplo, comida muito quente e bebidas geladas excessivamente podem provocar danos aos dentes quando eles se dilatam ou contraem. Um dos possíveis danos são as quebras dos dentes e as cáries que podem acontecer quando há dilatação das obturações.


sábado, 5 de setembro de 2009

Vaporização espontânea: a evaporação



Quando um líquido é deixado num recipiente, com sua superfície livre exposta ao ambiente, ele se vaporiza espontaneamente, com maior ou menor rapidez, terminando por desaparecer do recipiente ao final de certo tempo. Esse é um processo de vaporização espontânea que ocorre em qualquer temperatura, na superfície exposta do líquido, e dá-se o nome de evaporação.

Esse fenômeno ocorre devido a agitação térmica molecular: estando em constante movimento, as moléculas mais agitadas conseguem “escapar” aos poucos pela superfície livre, convertendo-se em vapor. Como é um processo contínuo, acaba envolvendo toda a massa de líquido, que então “desaparece”.

Alguns fatores influenciam na velocidade de evaporação. A natureza do líquido pode ser volátil, por se evaporar mais rapidamente (exemplos: álcool, éter, acetona, etc.), ou fixo, que evapora lentamente (exemplos: óleos, mercúrio, etc.). Quanto maior a área exposta ao ambiente, mais rápida é a evaporação. E é por isso que, para que sequem mais rapidamente, as roupas são estendidas em um varal. Pela mesma razão, os grãos, postos para secar, são espalhados. Quanto mais alta a temperatura, maior o grau de agitação das moléculas do líquido. Assim, quanto mais quente o líquido, mais rapidamente ele se evapora. A concentração de vapor no ar é um fator negativo na evaporação, isto é, quanto maior for a umidade (e, portanto, a quantidade de vapor existente), mais dificilmente novas moléculas passam para o estado de vapor. A pressão externa exercida sobre o líquido é também um fator que dificulta a evaporação, pois representa um “obstáculo” a ser vencido pelas moléculas que saem do líquido. Portanto, quanto maior a pressão externa, menor a velocidade de evaporação do líquido.

No processo de evaporação moléculas mais agitadas passam para o estado de vapor. As que permanecem no líquido tem sua temperatura diminuída, pois a agitação diminui com a saída das moléculas mais rápidas. Esse fenômeno é chamado de frio por evaporação. É por isso que um banhista sente frio ao sair da água, pois ao evaporar, faz diminuir a temperatura do corpo.

A mesma sensação é percebida ao se colocar um líquido volátil (éter, álcool, etc.) sobre a pele. Esse fenômeno é muito importante na termorregulação do nosso corpo. A evaporação do suor, num ambiente quente, garante a manutenção da temperatura corporal normal, e assim minimiza a sensação de calor. A presença de correntes de ar, como as produzidas pelos ventiladores, afastando os vapores formados, aumenta a velocidade de evaporação e, por isso, diminui a sensação de calor. Também por esse motivo costumamos soprar as bebidas e comidas quentes: para aumentar a velocidade de evaporação e resfriá-las.

Mais informações...

Geocities/Sala de Física

Portal São Francisco

Leia também sobre a ocorrência da evaporação no Ciclo da Água...

CricketDesign

Geocities/Athens


Cai chuva, molha a terra./Águas limpas ficam impuras./Vem o sol, aquece a água,/E o vapor vai para as alturas.
O vapor sobe, limpinho. Em sujeira,/ nem se pensa.Porém, /lá em cima é tão frio,/Que o vapor logo condensa.
Nuvens cinzas, nuvens brancas,/Tempestade ou chuva fina./É água que volta à Terra!/E o vaivém não termina.
E assim, num ciclo eterno/ Que a natureza inventou,/ A água que hoje é suja,/Amanhã já se limpou.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Projeto Plantação sob o olhar dos alunos...

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher." (Cora Carolina)


Assista a apresentação de uma das fases do Projeto Plantação, pela turma do 2o. ano-2 do turno vespertino...




Cuidar da Terra é o futuro do presente e o presente do futuro.